7 em 10 pessoas cruzam os braços de maneira que o braço esquerdo fique por cima.
Embora tal comportamento de carácter não-verbal possa ter raízes culturais no que diz respeito à sua estimulação ou extinção, há estudos a demonstrar que o acto em si e a forma como é executado, é de pleno teor genético. Ou seja, assumindo que não possuem um membro amputado, podem cruzar os braços de modo que fique ou o direito ou o esquerdo por cima. Contudo, apenas uma maneira vos deixará confortável, and there’s nothing you can do about it. Genes.
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E qual é a fonte?